Revista Espírito Livre - Ed. 27 - Junho 2011

 


A revista Espirito livre, em sua edição nº 27, em suas 126 páginas, aborda, entre outras coisas, o tema EAD: mostra os motivos de muitos "torcerem" a cara, qual seus pontos que a tornam um dos metódos de ensino mais adotados hoje. Além da questão quase "filosófica", o objetivo abordado é relacionado a estrutura por trás do ensino a distância, os sistemas web que são utilizados. O bom e conhecido Moodle, o Amadeus, BigBlueBottom, Chamilo... (estes 3 últimos particularmente, desconhecia, fiz questão de ler as materias relacionadas, realmente muito esclarecedor).

Uma ótima matéria sobre o DropBox, sendo utilizado para backup e sincronismo dos arquivos de configuração do linux.

Leitura Obrigatória: Texto "Caso Twitter e o Crime do pensamento", abordando a liberdade de expressão e pensamento e atentativa de orgãos públicos controlarem e censurar a sua liberdade de dizem o pensa e o que defende. Caso com a ativista islandesa Birgitta Jónsdóttir, que resultou em um movimento pró-liberdade.

Confira o editorial da revista e o sumário:


Editorial da Revista:


Ainda recuperando do tombo do mês passado, cá estamos novamente. 
A edição deste mês apresenta um tema que por muitos é considerado polêmico por justamente ir contra a alguns conceitos enraizados em nossa sociedade, de que só é possível aprender diante de um professor e se transpormos essa ideia para o universo real significaria dizer que a educação, de um modo geral, só se dá através de alguém sentado, frente a um professor, real e físico. 

Mas o tutor a distância e o professor que estão a distância não são físicos e reais? E as aptidões? Eles as têm? E se não as têm como verificar estando a distância? Os alunos aprendem, ou fingem aprender só para alcançar a tão sonhada “nota”? Ele vai “colar”, já que o professor “não está vendo”? Como avaliar, medir e constatar se houve absorção e troca de conhecimento? 

As dúvidas e questionamentos continuam, já que a EAD, apesar de não ser tão nova assim (desde o século XIX já se praticavam metodologias neste sentido). 
O ensino por correspondência, tele-aula, vídeo-aula, manuais, ensino pelo rádio, e tantos outros métodos já foram utilizados (e em alguns lugares ainda continuam sendo), mas com a ressalva de que agora a tecnologia envolveu-os de novas possibilidades, além de diminuir os custos e as distâncias. 

O EAD proporciona, mesmo a distância, o que nem sempre conseguimos compreender presencialmente: a soma de nossas experiências pode resultar em uma terceira experiência, e o meio digital é propício para isso, dada a quantidade de novos recursos disponíveis, dentro e fora dos ambientes de estudo.

Mas que ferramentas utilizar? 
Já temos soluções maduras o suficiente para suprir o espaço ocupado por uma sala de concreto e um quadro branco com pincel? 
E os profissionais estão preparados para todas essas mudanças? 
Eles estão acompanhando? 
Estão interessados em acompanhar? 

O perfil do profissional de educação nesta (nova) era de certa forma muda, e os pré-requisitos enquanto conhecimentos também. Agora não basta dominar a matéria e saber manusear um livro, também deve-se dominar “o bicho de sete cabeças”, chamado computador. 

Claro que vários de nossos professores estão sabiamente preparados e dispostos a apontar nesta direção, entretanto diante de todas as políticas públicas que hoje percebemos a nossa volta, direcionadas ao ensino como um todo, ainda temos muito a caminhar.

E mesmo diante das medidas atualmente tomadas pelos governos, sabemos que tal metodologia ainda atinge uma parcela relativamente pequena da população.

Entretanto, na iniciativa privada, nas empresas a realidade mostra-se diferente, e caminhando a passos largos. 
Cursos, treinamentos, reciclagens profissionais, seminários, e tantas outras medidas já são realidade em diversos nichos. 
O treinamento que antes demandava uma sala física em um local específico dentro da empresa, hoje demanda um servidor, softwares específicos e ambiente mudou, agora é virtual, como os ambientes virtuais de aprendizagem. 

E nesta edição tratamos de acompanhar vários, entre eles o Amadeus, um projeto brasileiro em meio a tantas soluções criadas originalmente fora de nosso país, como é o caso do popular Moodle, amplamente utilizados por universidades e empresas. 

Vários colaboradores, e entre eles, vários convidados, apresentaram de forma primorosa soluções em código aberto que podem ser utilizadas nas mais variadas situações.

Além do tema principal, a edição 27 está repleta de outras matérias igualmente importantes: Fabrício Araújo continua com o tema LTSP, bem como a coluna sobre LibreOffice. 
Birgitta Jonsdottir, ativista e membro do parlamento islandês também participa desta edição com uma reflexão bastante pertinente sobre o uso de nossas informações por diversas empresas.
As promoções continuam e se você ainda não participou, não perca tempo. O convite ainda está aberto: quer se juntar ao time e contribuir? Basta entrar em contato conosco.
Um forte abraço a todos, colaboradores e leitores!

 Sumário:











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