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O desempenho do sistema, muitas vezes depende muito da estratégia de otimização do scheduler de I/O. Muitos fatores influenciam o comportamento: tempos de acesso hardware, minimizar o desgaste de mídia de armazenamento, garantir a integridade dos dados, garantir acesso eficiente aos aplicativos que precisam fazer I/O, e ser capaz de priorizar tarefas importantes. 




Existe uma relação forte e complicada entre I/O e desempenho do sistema. Não é fácil de entender como os processos concorrem entre si por largura de banda de I/O, utilização de CPU, uso de memória e por recursos de rede. 


Manter o controle de processos rodando (e dormindo) é uma tarefa essencial a administradores de sistema. 

 O Linux tem uma grande variedade de ferramentas de monitoramento de sistema disponíveis, incluindo top, ps e sar. A maioria desses utilitários abusam dos sistemas de arquivos virtuais como o /proc e o /sys. Embora existam interfaces gráficas (específicas de cada distribuição), nós vamos apresentar métodos de linha de comando.


Sinais são usados ​​para forçar processos a responder a eventos, muitas vezes imprevisíveis. Eles podem ser causados ​​a partir do próprio processo, ou de eventos externos, como outros processos. Muitos sinais são fatais e resultarão no encerramento do processo. No entanto, a morte pode ser evitada se os programadores prepararem código para lidar com certos sinais de terminação. Além disso, muitos sinais são mais benignos e são apenas informativos. É possível enviar sinais (incluindo aqueles que induzem terminação) a partir da linha de comando usando kill, killall e pkill.


 
Um processo é a personificação de um aplicativo em execução que pode ou não ser constituído de vários segmentos. Os processos têm atributos e permissões bem definidos. 



Um sistema de computador moderno deve ser protegido, mas as necessidades variam de acordo com a sensibilidade dos dados, com o número de usuários, com a exposição a redes externas, com requisitos legais e com outros fatores. A responsabilidade por implementar boas práticas de segurança recai tanto sobre programadores de aplicativos quanto sobre os desenvolvedores do kernel do Linux. 



Uma tarefa essencial de qualquer administrador de sistemas é o de garantir a segurança do(s) sistema(s) contra ameaças internas e externas. O trabalho começa com a concepção de uma política de segurança adequada, projetada para se defender de ameaças esperadas e inesperadas.